E novamente atacando o presidente George W. Bush – oh não diga! Eu nunca ia imaginar!!!
O foco da vez é o sistema de saúde – será que ele procurou nutricionistas também? Depois de dissecar o massacre estudantil em Columbine (Tiros Em Columbine) e meter a boca no trombone sobre os atentados terroristas às torres gêmeas (Farenheit 11 de Setembro), Moore e seu inseparável boné entraram, dessa vez, nos hospitais, clínicas e, principalmente, nos milionários planos de saúde da terra do Tio Sam, em seu documentário entitulado SiCKO – $O$ Saúde. Advertidos sobre este que seria um “documentário sobre a indústria farmacêutica”, os empresários do dito setor começaram a se preparar para não deixar o gordo de boné passar a mão em suas informações. Chegaram a proibir seus funcionários de conversar com Michael!! Ih, não adiantou! O cara se meteu nessa história sem medo de ser feliz e descobriu umas e outras cabeludas do sistema de saúde. Foi um festival de lamaçal no ventilador, nem a Organização Mundial da Saúde foi poupada! Eta diretor porreta!
Exageros à parte, Moore mostra como pode ser danoso se pensar tanto nos lucros e esquecer do que, supostamente, seria mais importante: a saúde dos americanos – pra quem não sabe, não existe sistema público de saúde nos EUA.
Em cartaz no Brasil desde o começo de março, mesmo que eu tenha o chamado de chato, é uma boa pedida pra quem curte um documentário bacana e nada maçante. Resta agora esperar para ver Michael Moore gritando possuído no púlpito do MTV Movie Awards e sendo fotografado todo pomposo em Cannes.