Blogagem Coletiva a favor das BALEIAS

Por: Viajante Consciente as 14:47 | 23.05.08 | em: Viajante

A Kaká, do blog Meu Veneno, levantou a bola e, claro, não podíamos deixar de participar dessa blogagem coletiva a favor da preservação das baleias.

Estamos em viagem (em Urubici-SC) e apesar da dificuldade para conseguir uma conexão (explicamos isso nos próximos posts), cá estamos nós para contribuir com a mobilização.

Quando a Kaká me perguntou se toparíamos participar de uma ação do Greenpeace que tem o objetivo obter assinauras para uma petição ao Governo Brasileiro reivindicando a aprovação da criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul, para evitar a matança de baleias pelos Japoneses, topamos na hora.

Pensando sobre o assunto … os japoneses lá… e nós cá, perguntei pra Kaká: Qual a “vantagem” de se criar um santuário aqui no Atlântico Sul se o massacre está acontecendo lá no Pacífico Norte? Como protegeríamos as baleias?

E ela respondeu muito bem em seu post: … Os japoneses estão no Pacífico Norte, porém com acordos e perdões de dívidas, conseguem liminares para caçar baleias em todos os oceanos, inclusive no Atlântico Sul, onde as baleias se reproduzem e onde estão centrados os centros de pesquisas dos biólogos brasileiros. …

Em resumo, criando o Santuário aqui no Atlântico Sul, podemos proteger as baleias para que elas possam se reproduzir num ambiente seguro.

Por que os Japoneses caçam baleias?

Na idade média, o objetivo principal da caça era a carne. Lá pelo século XVII, outras partes da baleia eram aproveitadas, como o óleo, o marfim das barbatanas, extratos hormonais, até a carcaça era aproveitada para fertilizantes e rações animais.

Em 1962 o consumo japonês de carne de baleia beteu 226 mil toneladas, depois disso, começou um declínio que reduziria o total a 15 mil toneladas em 1985.

Os japoneses que defendem a exploração da baleia dizem que a demanda caiu por causa das cotas cada vez mais rígidas da Comissão Baleeira Internacional (IWC), que forçaram uma redução do consumo.

Há os que alegam que os japoneses abandonaram o consumo de carne de baleia quando o país enriqueceu e alternativas mais atraentes e acessíveis de alimentação surgiram. Carne de baleia servida em merenda escolar no Japão

Mas o governo decidiu defender a exploração da baleia recorrendo ao argumento de que ela era parte da herança cultural do país. Esse argumento se provou convincente em uma nação em que muitos sentem que boa parte da cultura tradicional se perdeu no confronto contra os Estados Unidos, e na absorção dos valores norte-americanos que surgiu depois da derrota japonesa.

Em 2006, o Japão matou 1.073 baleias minke, cuja carne terminou em restaurantes, supermercados, refeitórios escolares ou não vendida.

Hoje o maior interesse parece estar no óleo, usado para fabricação de sabão, margarina, velas… e o espermacete, mais utilizado na indústria têxtil, de lubrificantes e cosméticos.

Outra justificativa que o Japão oferece é de que a caça as baleias é feita para pesquisa científica.

Cultura milenar ou não, não podemos deixar que qualquer espécie seja amaçada dessa forma, ainda mais tendo outras alternativas mais sustentáveis que substituem os derivados da baleia tão cobiçados pelos japoneses.

Por isso participamos da blogagem e já assinamos (o Marcelo e eu) a petição ao Governo Brasileiro.

Participe também e, além de assinar, fique atento à formulação dos produtos que consome.

Fontes: Greenpeace, Notícias Terra, G1 e Webciência.
Foto:
Notícias Terra

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Urubici SC [AO VIVO!]

Por: Viajante Consciente as 08:00 | 22.05.08 | em: Viajante

Isso mesmo: Aqui você viaja junto conosco e acompanha nosso o dia-a-dia AO VIVO. Estamos em Urubici, na serra catarinense, a 1.425m de altitude, e distante 174km de Florianópolis.

Estão previstas 3 entradas diárias. Pela manhã às 9h, a tarde às 14h e a noite às 21h.

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Em Florianópolis é temporada o ano todo

Por: Viajante Consciente as 23:05 | 12.05.08 | em: Viajante

Ponte Herc?lio Luz - Cartão postal de FlorianópolisA temporada de verão acabou e os turistas deixam Florianópolis, capital de Santa Catarina.
Mas só a “temporada” acabou. Os encantos de Floripa continuam aqui, e com outros aromas e cores, afinal… Florianópolis não é só praia, sol e surf.

Então, aproveitando o convite do Ediney para a Blogagem Inédita, preparamos um post com a intenção de mostrar o potencial da Ilha da Magia mesmo no inverno.

Mas, Floripa no inverno? Isso mesmo! Ficamos entusiasmados com a programação que nosso guia – Sérgio Machado – nos reservou.

Ele é nativo da ilha e também proprietário da Adrenailha, operadora associada à ABETA – Associação das Empresas de Turismo de Aventura – e participante do Programa Aventura Segura, do Ministério do Turismo.

Nossa primeira atividade foi o cicloturismo no sul da ilha. Depois de equipados e familiarizados com as bikes, iniciamos nossa pedalada pela praia do Pântano do Sul. Da areia para a terra; saímos da praia e entramos em uma estradinha que atravessa a ilha de leste para oeste.

In?cio do passeio de bike pela praia Pântano do Sul

No inicio, ainda perto da praia, a estrada é plana e com algumas curvas, depois da comunidade Costa de Dentro, indo em direção à comunidade do Sertão, o percurso começa a ficar mais íngreme. Em muitos momentos tivemos que descer das bikes para empurrar (nosso preparo físico não estava dos melhores), mas isso não prejudicou o passeio. Pudemos apreciar com mais calma as paisagens por onde passávamos. É possível fazer o trajeto de carro também, a estrada é de terra. Cuidado apenas quando chove muito. Algumas subidas e descidas ficam bem escorregadias.

Preparando para o pic-nic consciente

Naquele interior da ilha, muitos ainda vivem como seus avós, com pequenos roçados de agricultura de subsistência, galinhas e vacas. Passamos também por alguns engenhos de cachaça. Há também os mais jovens, que preferem trabalhar fora da comunidade, mais próximos do litoral, em restaurantes, na pesca e maricultura (Florianópolis é um dos principais produtores brasileiros de mariscos).

Continuamos subindo e a paisagem rural vai ficando para trás dando lugar à floresta de Mata Atlântica.

Já passava da hora do almoço e estávamos com fome. Foi quando Sérgio nos indicou uma pequena trilha que saia da estrada. Extremamente curta e bem fácil, ela nos levou à Cachoeira do Rio do Peri, que por causa da falta de chuvas estava com um curso d’água bem baixo. “Normalmente ela é mais cheia e aqui embaixo dá pra tomar um banho” – diz o nosso guia, que sempre ia lá quando criança. Águas limpas e cristalinas, aproveitamos também para abastecer nossos squezes.

Descaço merecido depois do lanchinho - Cachoeira do rio PeriSentados bem no topo dela, fizemos nosso pic-nic consciente; pão caseiro (feito pela Cléa – esposa do Sérgio), um vidro de mel orgânico e biscoitos de amendoim, comprados a granel na feira do bairro, nos devolveram parte da energia gasta até ali. Na medida do possível, evitamos consumir produtos com embalagens individuais, que acabam gerando lixo desnecessário.

Depois de recolher tudo e nos certificar de que nada ficou para traz, lixo principalmente, pegamos nossas bikes, que havíamos deixado encostadas numa árvore ali mesmo na trilha, e voltamos para a estrada, seguindo o nosso rumo a caminho do Ribeirão da Ilha, nosso objetivo.

Enfrentemos ainda um pouco de subida, e quando íamos começar a reclamar… eis que a paisagem nos revela o mar da costa oeste da Ilha e mais ao longe, o continente. O sol já estava baixo, valorizando ainda mais as cores do entardecer. Agora é só descida, na direção do pôr-do-sol. Ao final da descida chagamos no Ribeirão da Ilha já era noitinha, completamos 15 km de pedal.

No final do dia, um presente da natureza - Cachoeira do rio Peri

Ribeirão da Ilha é um bairro à beira mar com casario histórico e tradição açoriana, fomos passar a noite na Pousada e Restaurante do Museu.

Museu da Pousada do Museu - Ribeirão da IlhaPela manhã conhecemos Marco Antônio, proprietário da Pousada e também do Eco Museu. Descendente dos açorianos, que colonizaram a ilha, Marco reproduz no museu, uma verdadeira casa açoriana; entrada principal pela lateral da casa, janelas da sala de frente para o mar – “por que os açorianos são um povo do mar” e quartos sem janelas “porque eram muito supersticiosos e acreditavam que suas mulheres seriam roubadas por bruxas ou lobisomens durante a noite” – nos conta Marco.

Acervo do Museu - Ribeirão da IlhaO museu tem ainda em seu acervo, peças de até 250 anos de idade e peças mais modernas que vão contando a história da evolução. Vimos, por ex, uma pedra vulcânica que os açorianos trouxeram e usavam para moer farinha, vimos uma cama antiga – com colchão de crina de cavalo, colcha de fuxico e mosquiteiro – arrumadinha como que convidando para um descanso, vimos utensílios domésticos, ferramentas de construção e de pesca, objetos de 1906 como o gramofone – restaurado na oficina do museu (como todas as peças do acervo) e aprendemos também a origem de expressões tão usadas ainda hoje, como o “sem eira nem beira”. Antigamente, na construção de uma casa, quanto maior as posses do dono, maiores eram as “eiras” (avançado do telhado – como se fosse a cobertura de uma varanda) e as “beiras” (parte do piso ao redor da casa que acompanhava o tamanho das eiras). Dessa forma, uma pessoa de poucas posses não poderia construir eiras e beiras muito grandes, então eram “sem eira nem beira”.

Depois dessa deliciosa aula de história, fomos almoçar no Rancho Açoriano, que resgata a cultura local por meio da decoração e do cardápio com pratos típicos como ostras e anchovas (peixe comum na época de julho e agosto) grelhada com pirão (que vem da mescla da cultura indígena com a açoriana), além de outras opções deliciosas peixes e frutos do mar. Após o almoço, conhecemos a rotina de uma fazenda de criação de ostras ao lado do restaurante – desde a semente, fornecida pela Universidade de Santa Catarina, até a ostra adulta, servida nos restaurantes.

Escalada no Ribeirão da IlhaÀ tarde, Sérgio nos leva para escalar em uma pedreira desativada em Ribeirão da Ilha mesmo. O Marcelo já tem alguma experiência em escaladas, mas era a minha primeira vez e o Sérgio escolheu uma via bem fácil.

Depois de armar todo o sistema de segurança, ele nos apresentou os equipamentos principais e nos contou um pouco sobre a implementação do processo de Certificação em Turismo de Aventura. Motivados e seguros, a escalada foi uma experiência com adrenalina e emoção na medida certa. Nosso dia foi fechado com outro lindo pôr-do-sol. O céu estava bem limpo e com cores bem vivas, características de um céu de inverno.

Visual do topo da pedreira - baia sul e a vista do morro Cambirela no continente

Depois da escalada, fomos para a praia do Campeche (subindo em direção ao norte da Ilha), para passar a noite na Pousada Natur Campeche. Na manhã seguinte, conhecemos as ações ambientais adotadas pela pousada, como aquecimento da água por energia solar, compostagem do lixo orgânico, coleta seletiva de lixo para reciclagem e política de economia de água da lavanderia, entre outras. Sempre buscamos saber se nos locais onde nos hospedamos é feita alguma ação responsável junto a comunidade (como a contratação de mão de obra local, por ex) ou para o meio ambiente, e a Natur Campeche se preocupa com tudo isso.

Seguimos nosso caminho subindo rumo ao norte da ilha, a praia do Santinho, para conhecermos o maior circuito de arborismo (também chamado de arvorismo), do sul do Brasil, da operadora Ekoeté – também associada à ABETA e participante do Programa Aventura Segura. Nosso guia, Everton Àvila (o Camarão), nos equipou com cadeirinhas, mosquetões, polias e capacetes e nos deu explicações detalhadas sobre a atividade.

Arvorismo na Praia do SantinhoArvorismo na Praia do Santinho - um visual de perder o fôlegoMomento \"homem aranha\" no Arvorismo do Santinho

O arvorismo é composto por um circuito de pontes, que possibilita, além da superação de limites de cada um, a interação com a natureza em locais até então inacessíveis (no nível das copas das árvores). As pontes e estruturas basicamente são feitas utilizando cabos de aço, eucaliptos tratados, cordas, redes e plataformas fixas (usadas para fazer a interligação das pontes). Nesse circuito passamos por 29 pontes (ou estações), de até 10 metros de altura. Entre elas; pontes pênseis, pontes de troncos (fixos e móveis), travessias com redes, túneis, etc. O visual lá de cima era incrível: de um lado, a praia do Santinho, e de outro o enorme campo de dunas do Parque Estadual do Rio Vermelho. Depois desses 28 desafios sobre as árvores, o último foi uma tirolesa com 100 metros de comprimento que terminava em um enorme e macio travesseiro. Nessa descida, atingimos a velocidade de 40km/h! Adrenalina pura!

Este é considerado o maior circuito de arvorismo do sul do Brasil

A tarde, ainda no norte da ilha, fizemos um trekking no morro dos Ingleses, cruzando da praia dos Ingleses para a praia do Santinho pela mata atlântica. É uma caminhada leve e agradável. Passamos por vários tipos de paisagens diferentes: restinga, mata de encosta regenerada, vegetação densa de mata atlântica, costão rochoso, campo de dunas e praias. Descobrimos que há não muito tempo, lá pelas décadas de 60, as rendeiras usavam os espinhos de uma espécie de cactos, chamado arumbeva – muito comum naquela região, para não ter de ir até o centro da cidade comprar alfinetes de aço para usar nas almofadas de renda de bilro, artesanato popular da região.

Final do Trekking, na Praia dos InglesesChegando à Praia do Santinho, fomos conhecer algumas inscrições rupestres e oficinas líticas, que são vestígios deixados pelos homens pré-históricos que utilizavam de um determinado tipo de rocha (diabásio ou granito) para afiarem e polirem seus instrumentos de pedra. Estes sítios estão espalhados por diversos pontos da Ilha de Santa Catarina; na praia da Galheta, Armação, Ilha do Campeche, Ponta das Canas, Barra da Lagoa, Joaquina, Ingleses (que é sinalizado ao público) e Santinho, que como os outros, passam despercebidos pelos turistas por não ter nenhum tipo de sinalização ou advertência para a preservação. Ali, nosso guia nos ensina um pouco sobre os costumes dos habitantes que viveram na ilha há mais de 5.000 anos. Aprendemos que eles viviam basicamente da pesca, que desconheciam a agricultura e que ficavam mais próximos ao litoral do que no interior da ilha.

Terminamos nosso trekking na praia dos ingleses, num lindo final de tarde.

Enfim, foram 3 dias intensos e, além de vivenciarmos novas experiências e conhecermos mais sobre a cultura açoriana, fizemos um turismo mais consciente, mais responsável, mais sustentável…

Isso mesmo. Nós preferimos os serviços de guias nativos (e não guias de fora da região), procuramos experimentar a culinária típica feita pelos locais (e não fast-food ou restaurantes de “griffe”), conhecemos a cultura e o artesanato local como as peças feitas de renda de bilro (e não camisetas silkadas tipo “eu amo Floripa”), tomamos o cuidado de não deixar lixo para trás nas trilhas (ao invés de deixar na beira da estrada achando que “alguém” vai passar e recolher), praticamos atividades de aventura com uma empresa que participa do Programa Aventura Segura, e preferimos meios de hospedagem que se preocupem com a comunidade e o meio ambiente.

Com essas pequenas ações, agregamos muito mais valor à nossa viagem; afinal, quem não se sente gratificado sabendo que colaborou diretamente para a subsistência dessas famílias (dos guias, dos cozinheiros, das artesãs, das arrumadeiras…) e que isso os ajuda a continuar vivendo do seu trabalho e que outras pessoas, no futuro, poderão viver as mesmas experiências que você?

Seja você também um viajante consciente! Experimente em sua próxima viagem.

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De 18 a 22 de junho não perca o 3º Salão do Turismo – Roteiros do Brasil

Por: Viajante Consciente as 01:20 | 07.05.08 | em: Viajante

Depois de frustrar pela ausência em 2007, o maior evento do turismo brasileiro está de volta trazendo muitas novidades e oportunidades.

Reserve na sua agenda o período de 18 a 22 de junho! Será no Parque Anhembi em São Paulo (o maior emissor de turistas do País).

Promovido pelo Ministério do Turismo, o Salão divulga e comercializa roteiros turísticos desenvolvidos segundo as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil.

Essa estratégia de regionalizar o Brasil, possibilita uma gestão descentralizada e favorece também a inclusão de novos roteiros, aliviando um pouco a “carga” turística brasileira, localizada predominantemente no litoral, fazendo com que o Brasil seja um produto mais atraente e com mais opções para o publico nacional e internacional.

No Salão do Turismo teremos a Feira de Roteiros Turísticos, onde os visitantes poderão conhecer os roteiros turísticos dos 27 estados brasileiros e adquirir pacotes a preços especiais para as próximas viagens.

Tem também o Vitrine Brasil, onde temos a possibilidade de ver e comprar o artesanato, os produtos da agricultura familiar e a gastronomia típica, além de assistir pequenos shows de diversas regiões do País.

Mas aviso… o que pude ver na edição de 2006 foram produtos artesanais e culturais tipo exportação. Artesanatos de grife, coisas que são mais fáceis de encontrar em uma fina loja de decoração do que em uma feira tradicional.

Havia também uma praça de alimentação maravilhosa. Um quiosque para cada estado brasileiro e em cada quiosque dois pratos típicos que poderiam ser degustados por honsetíssimos R$ 3,00 cada.

Comida dígna dos melhores chefs, deliciosa, mas… o que questionei na época foi a escolha do “prato tradicional” de cada região.

Quando se pensa em Rio Grande do Sul o que vem a mente? Bah! Churrasco tche. Pois é… uma das opções era Panqueca à Gaucha (!?). Em Minas Gerais havia Rabada Flambada na cachaça com polenta e taioba com molho roti. (Uai… e mineiro desperdiça cachaça pra flambar?)

Por esses e outros “caprichos” é que digo que os produtos eram tipo exportação.

Mas fora esses detalhes, o Salão do Turismo é um evento que merece ser visitado. As manifestações culturais são lindíssimas, os comes e bebes deliciosos, o artesanato e produtos típicos são bem variados com preços pra todos os bolsos e, claro, as inúmeras e imperdíveis ofertas de produtos e pacotes de viagem e turismo.

Nós estaremos lá!

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Florianópolis – Ilha da Magia

Por: Viajante Consciente as 18:06 | 04.05.08 | em: Viajante

Florianópolis é mesmo encantadora, mágica… por isso a chamam de Ilha da Magia.

Onde mais poderíamos encontrar tanta diversidade junta, tantas praias, tantas paisagens, tantas histórias e tanta aventura?

Floripa possibilita a prática de atividades na terra, no ar e na água sem que para isso seja necessário percorrer longas distâncias. Está tudo ali, bem pertinho.

Nesses últimos dias andei às voltas com a edição de algumas imagens que temos de Floripa para o nosso portifólio do BrasilFotoVídeo (a nossa empresa de produção de fotos e vídeos).

Gostei tanto do resultado que quero compartilhar aqui com vocês.

A música é  – Bullet and a target -  Citzem Cope.

Florianópolis – Ilha da Magia

E ai, o que acharam?

Quer mais Floripa? Veja a categoria [SC] Florianópolis que está recheada de posts detalhados sobre cada atividade, com fotos, vídeos e as dicas de hospedagens que recomendamos.

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Mementrevista

Por: Viajante Consciente as 20:08 | 28.04.08 | em: Viajante

Eu já conhecia o Blog da Lucia Malla, e acompanhava discretamente. Ontem vi que ela nos linkou e fiquei curiosa pra ver em qual contexto.

Cai num post chamado Mementrevista e achei tão legal que resolvi participar também.

Um Meme, a grosso modo, é toda informação ou parte dela (idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais), que possa ser aprendida facilmente e transmitida.

Como o Blog Viajante Consciente representa um casal, muitas das respostas são nossas (minha e do Marcelo), outras são mais minhas. Vcs vão peceber isso facilmente.

Então, vamos ao meme:

1. Por que resolveu criar o blog?

Depois da experiência que tivemos com o Projeto Turismo Responsável, que não deu certo por falta de patrocinadores, resolvemos criar um espaço nosso, onde pudéssemos divulgar as viagens que fizemos para Urubici/SC, Gov.Celso Ramos/SC, Santo Amaro da Imperatriz/SC, Morretes/PR e Florianópolis/SC (onde temos a sorte de morar).

Esta última nos rendeu o prêmio de Melhor Roteiro para o filme que fizemos sobre Floripa e que inscrevemos no 3ºFATU – Festival Brasileiro de Filmes de Aventura e Turismo.

Nosso objetivo é continuar viajando, descobrindo e divulgando no blog os atrativos de cada região, dando pitadas de conscientização e dicas de como podemos fazer nossa viagem ser mais completa e responsável.

2. O que te dá mais prazer em blogar?

A possibilidade em sermos ouvidos. A vantagem de não precisar agradar ninguém por algum tipo de interesse empresarial. A liberdade de poder expressar aquilo em que acreditamos.

Quando não estamos na estrada, gosto de garimpar e dividir a informação e dar meus pitacos sobre o assunto.

Quando estamos em viagem, o legal é contar tudo o que fazemos, puxar a sardinha para o lado responsável, valorizar e divulgar ações de preservação sócio-ambientais que encontramos pelo caminho e na hora de divulgar as dicas dos serviços de agências ou hospedagens, ter o cuidado de mostrar o que eles fazem ou o que eles tem de sustentável, responsável ou consciente.

3. Indique um blog bom e um que você não gosta e por quê.

Gosto de vários. Sobre meio ambiente, tem o Gaiatos e Gaianos – da Giuliana Capello e o Rastro de Carbono – da Paula Signorini, essas duas meninas especiais que conhecemos na Campus Party 2008. Tem também o Faça a sua parte e o Ecoblogs – que leio quase todos os dias.

Sobre turismo, além do Uma Malla pelo mundo, passeio pelo A Janela Laranja para babar nas fotos do Márcio e, faz pouco tempo descobri um blog novinho em folha que é o Papos de Viagem.

Já o Marcelo, além de alguns dos que citei, gosta também dos que falam sobre tecnologia como o BR Point, do Garota sem fio e SEO Dicas.

Agora, blogs que não gostamos… aqueles que são caça cliques, que só tem anúncios e informação inútil. Não sei dizer quais porque eles caem no esquecimento.

4. Qual tipo de música você ouve, e quais suas bandas favoritas?

Ah, puxa vida… essa é difícil porque sou compeltamente desligada a respeito de nomes de bandas ou músicas. Vou mais pelos ritmos… Não sendo funk, pagode ou axé, eu encaro tudo.

Gosto muito de músicas folk ou de músicas que tenham uma forte influência folclórica. Antes de virar modinha eu já curtia as trilhas do Cirque du Soleil. Não posso deixar de fora o bom e velho rock dos anos 80 e 90 que também tocam direto no nosso iTunes, mas as vezes prefiro o som ambiente… o da natureza mesmo.

Fiz esta semana um perfil na Last-FM. Quem tiver a curiosidade de realmente saber quem nós ouvimos todos os dias, tem a lista atualizada;)

5. Qual o assunto que você mais gosta de postar?

Tudo que tenha relação com conciência, atitude e que contribua para para a preservação dos nossos recursos. Isso inclui contar como andam as certificações para que o turismo de aventura seja praticado da forma correta e com mais segurança, inclui bombardear com dicas para novos e conscientes hábitos de consumo, inclui divulgar apenas as agências e hospedagens que realmente fazem alguma coisa (seja o que for) para a sustentabilidade da região em que ela opera e, claro, mostrar muitas imagens e contar o que conhecemos em cada destino visitado.

6. Seaquinevasseceusavaesqui?

Como emsetembruchove, seaquinevasseeunãousavaesqui. Iria procurar uma atividade indoor. Mas no resto do ano eu ia pelo menos tentar – hahahaha

7. Você é: casada, solteira, separada, enrolada, desquitada, chutada, viúva ou outros?

Casada.

8. Por que você deu este nome ao seu blog?

Porque estava pensando na “identidade nuclear” do blog. Calma, isso não é radioativo, mas contamina.

É que numa das empresas de design em que trabalhei, aprendi um pouco sobre branding e aprendi que toda empresa, grupo ou entidade tem sua identidade nuclear (de núcleo – e vulgarmente definida como a “identidade do dono ou líder”).

Pensando nos assuntos que trataríamos no blog, pensando em toda a experiência profissional do Marcelo, que sempre foi relacionada ao turismo, pensando em seu comportamento diante da vida, e de como ele é visto entre os amigos e colegas do trade, o nome surgiu meio que como uma definição de quem é Marcelo Maestrelli.

Ok, mas somos um casal, e porque o nome é no singular e não plural? Primeiro, pela homenagem que quiz fazer ao Marcelo. Segundo, cai melhor nas chamadas que usamos de “Seja você também um Viajante Consicente” e terceiro… não tem terceiro.

9. Qual foi o último blog que você visitou?

O do Edney, no post sobre o Twitter.

10. Por que resolveu participar deste meme?

Porque nunca havia participado de uma atividade assim, porque foi a oportunidade que encontrei para agradecer a citação da Lú (ó…tô íntima já) sobre nosso blog e porque ajuda aos leitores entenderem um pouquinho mais sobre o Viajante Consciente.

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Bom, além de convidar meus vizinhos do HitechLive, sigo o exemplo da Luciana e deixo aqui um convite para quem quiser participar, nos comentários ou respondendo o questionário em seu blog.

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Dia mundial da Terra – A teoria de Gaia, o Planeta Terra e eu

Por: Viajante Consciente as 17:06 | 21.04.08 | em: Viajante

A teoria de Gaia - tese apresentada em 1969 pelo britânico James E. Lovelockque que afirma ser o planeta Terra um ser vivo, que sua biosfera é capaz de gerar, manter e regular as suas próprias condições de meio-ambiente, ou seja: é a vida da Terra que cria as condições para a sua própria sobrevivência, e não o contrário, como as teorias tradicionais sugerem. Com o fenômeno do aquecimento global e a crise climática no mundo, a hipótese tem ganhado credibilidade entre cientistas.

O nome Gaia é uma homenagem à deusa grega da Terra.

O Planeta Terra - é o terceiro planeta do Sistema Solar, com cerca de 4,5 bilhões de anos, 510,3 milhões de km2 de área total, com aproximadamente 97% composto por água. Em 22 de abril de 1970, foi criado o dia mundial da Terra, pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson, no primeiro protesto americano contra a poluição. Mas foi só a partir de 1990 que outros países passaram a celebrar a data.

Terra, planeta feminino, capaz de gerar vida, movido por ciclos, influenciado pela lua… como as mulheres,.. como eu.

Eu, Lyanne – nasci a 22 de abril de 1970. Mulher, capaz de gerar vida, movida por ciclos, influenciada pela lua… agora entendo porque coisas tão simples e prosaicas me fazem tão feliz, como o cheiro de terra molhada, perceber os perfumes que o vento traz, ouvir o barulho da água correndo, o cheiro do mar, deitar na grama, observar o movimentos das árvores, ver uma flor nascer, ver o sol se por…

Será que meus filhos vão poder usufruir dessas sensações? Será que vão ter água para beber, ar puro para respirar, alimentos saudáveis para comer?

Tantas são as campanhas de conscientização para que se preserve o meio ambiente, os recursos naturais, a vida… mas quando será que o ser humano, que se diz racional, vai perceber isso?

“A absoluta beleza da Terra fez com que brotassem lágrimas dos meus olhos. Se as pessoas enxergassem a Terra de cima, veriam que não existem fronteiras, raças ou religiões.” – Anousheh Ansari, turista espacial iraniano em 2006.

“Eu saí da Terra três vezes. E eu descobri que não há outro lugar para ir. Por favor, vamos tomar conta dessa ‘espaçonave’ chamada Terra.” – Wally Schirra, astronauta das missões Mercury, Gemini e Apollo nos anos 1960.

Desnecessário dizer que tudo o que fazemos em nosso dia a dia tem um efeito cascata no meio ambiente, como mostra esse vídeo que a WWF, junto com a DM9, fez para comemorar o dia da árvore em 2007.

Que tal pensar e agir de forma diferente agora? Se cada um fizer um pouquinho, fizer a sua parte, teremos o que deixar para nossos filhos.

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Este post quebra o meu ciclo de inferno astral (aqueles dias terríveis que antecedem o dia do aniversário), e participa da Blogagem coletiva divulgada no Faça sua parte. Leia também os posts que participam desse movimento e saiba mais sobre o assunto.

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Fonte: Notícias Terra, Wikipédia, Ambiente Brasil

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