Os filmes de ficção já mostraram muitos carros que andam sozinhos, manobram e conhecem os caminhos melhor que nós.

Que tal apertar um botão e seu carro entrar sozinho na garagem apertada?
Na verdade já existe tecnologia suficiente para se produzir carros que guiam pelas estradas e ruas, sem motorista. E as montadoras sabem disso. Computador de bordo, sensores de movimento, alerta para mudança de pista, controle eletrônico de estabilidade e mapas digitais via satélite, são equipamentos disponíveis de série para muitos veículos já.
O vice-presidente da General Motors para pesquisa e desenvolvimento, Larry Burns, declarou publicamente que “isso não é ficção científica”, referindo-se aos carros sem motoristas. A grande preocupação da companhia e saber se os consumidores realmente desejam esta comodidade, a ponto de trocá-la pela “emoção de controlar a máquina”. Teme-se que o número de consumidores dispostos a entrar nessa nova fase da relação trânsito X motorista, seja insuficiente para justificar investimentos e, obviamente, lucrar.
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